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Criaturas sem noção
 


Polyana Strikes Again

Então: Antes de começar a contar o novo velho causo da minha amiga polyana, preciso me desculpar com outra amiga. Eu jamais tive a intenção de dizer que você não gosta de teatro. Acho até que não disse isso. Mas tudo bem. Aceite, por favor, minhas desculpas.

Então voltemos a Poly... Vinha minha amiga guiando, tendo saído das cercanias de Madureira, onde morava e se dirigindo a Niterói, onde trabalhava, pela Linha Amarela. Vinha contente da vida, num lindo dia de sol, ouvindo músicas religiosas e agradecendo a Deus por estar viva, por ter a vida tão boa, por ser feliz. Subitamente, uma blitz - Ok, sei que é pleonasmo redundante, mas não "arresisti" - parou o carro dela.

Ela, então, lembrou-se de que estava com todos os documentos, mas que a vistoria do automóvel estava vencida. Parece que aqui no Rio de Janeiro a gente tem de vistoriar o carro todos os anos. Eu não me lembro de haver feito isso em Brasília, só quando tranferi meu carro de Goiânia pra lá. Mas enfim, isso dá guincho e uma dor de cabeça bem grande.

Nesse ínterim, o policial já estava na janela pedindo os documentos e dizendo: ihh, vamos ter de guinchar seu carro. Ele ficou naquela conversinha de cerca lourenço e ela pensando se deveria ou não dar uma propina. De repente, uma crise de consciência e ela simplesmente desandou a chorar. Foi a dica pro policial simplesmente se mandar e liberá-la.

Sei que, desta vez, não teve tanta graça quanto das outras, mas é um caso verídico.



Escrito por Cristovam às 14h52
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No post sobre teatro de duas semanas atrás, uma amiga - dos bons tempos de Beirute - me mandou um comentário dizendo que se lembrou de uma camiseta vendida pelo pessoal do Planeta Diário (pra quem tem mais de trinta, uma publicação mensal da década de oitenta, da qual surgiu a turma do Casseta e Planeta), com a seguinte estampa: "vá ao teatro, mas não me chame".

Ok, tenho ido a muitas peças no Rio. Mas é que eu continuo gostando muito de teatro e, embora tenha visto muita porcaria, tem muita coisa boa rolando pelos palcos nacionais. Especialmente aqui e em Sampa. Aliás, uma amiga que passou uma semana de férias por lá disse que não conseguiu ver nada porque todas as sessões que tentou estavam lotadas. Ou seja, as pessoas vão ao teatro.

Então, amiga, vou ao teatro. Eventualmente, vou te chamar e você pode ficar à vontade para recusar. Por exemplo, se repetir por aí a temporada de "Vau da Sarapalha", que acontecerá por aqui neste mês, não perca. É uma peça excelente. Se Elisa Lucinda aparecer aí de novo, vá também: vale muito. Como eu sempre digo, Elisa Lucinda me libertou! Ela é uma das razões pelas quais continuo publicando este diário.

Este mês tenho programação teatral para muuuuitaaaas idas! Então, haverá muitos posts a respeito do assunto aqui.

 



Escrito por Cristovam às 12h08
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Sem noção ou com noção demais?

O Senador xará apresentou uma proposta legislativa bastante polêmica: a obrigatoriedade dos representantes e dos titulares de cargos do executivo matricularem seus filhos no sistema público de ensino.

o link da matéria publicada no correio é o seguinte:

http://www.dzai.com.br/correioweb2/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=24235

Eu sou fã do xará. Voto sempre nele. Só não sei ainda se concordo ou não com a história toda. A princípio, sem maiores análises, acho que seria uma ótima para a educação pública. Imagina se o filho do prefeito tem de estudar no grupo escolar do município. Bem, acho que nem é esse mais o nome, grupo escolar, mas quem é da minha idade sabe do que eu estou falando. Mas se o guri tiver de ser alfabetizado junto à "patuléia" (com licença, Hélio Gaspari), é claro que o edil dedicará maior atenção à escolinha do filho. Ou não. Contudo, de toda forma, a discussão é totalmente válida.

E meu voto pra Senador nas próximas eleições já é dele de novo.



Escrito por Cristovam às 16h23
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