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Criaturas sem noção
 


Aos que vêm me acompanhando desde o início, mudei!

Agora o novo endereço deste blog é www.cristovam.wordpress.com

Obrigado pela "audiência".



Escrito por Cristovam às 11h18
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Parece que eu entrei na moda!!!

http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2009/08/20/pancinha-e-tendencia-no-verao-americano/

Veremos!!!



Escrito por Cristovam às 22h18
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Campeonato de sem noção.

Ganhou o Rafael Cortez. Ou como diz o outro: pimenta no cu do outro é refresco.

Vejam a nota na coluna do Anselmo:

http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2009/08/20/provando-proprio-veneno-215597.asp

 



Escrito por Cristovam às 13h53
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Este merece o troféu joinha de sem noção do ano!

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1263786-5605,00-ACHEI+QUE+NO+BANHEIRO+NAO+IA+TER+PROBLEMA+DIZ+HOMEM+QUE+FUMOU+EM+VOO.html

Fumante é uma raça sem noção mesmo. Eu já fui e sei do que estou falando. Mas achar que não tem problema, depois de tanto aviso que a tripulação dá antes da decolagem é simplesmente o CÚMULO!!!

Ah, por falar em fumante, outro dia houve uma discussão homérica aqui no trampo por causa do assunto. Atualmente, depois de 17 anos sem cigarro, eu também acho fumar horrível. Fede, incomoda, adoece... ou seja, não tem nada de bom. Meu amigo, fumante de dois ou três cigarros diários, está se sentindo mais discriminado do que muito bandido por aí.

Acho que vale uma discussão. Os fumantes que acessam o blog acham o quê?

E os não fumantes?

Manifestem-se!



Escrito por Cristovam às 10h24
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Não posso deixar de colocar isso no blog. Vejam só que monstruosidade. E as mães ainda acham que essas medonhentas são bonitas. Aliás, só as mães, não. Há um corpo de jurados para julgar a beleza.

Me fez lembrar aqueles concursos de cachorro correndo de um lado pro outro, pra mostrar os padrões da raça.

Vejam lá no link

http://colunistas.ig.com.br/obutecodanet/2009/08/11/as-impressionantes-e-polemicas-meninas-que-participam-de-concursos-de-beleza/#more-41972

Cada coisa!!!



Escrito por Cristovam às 08h12
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Polyana Strikes Again

Então: Antes de começar a contar o novo velho causo da minha amiga polyana, preciso me desculpar com outra amiga. Eu jamais tive a intenção de dizer que você não gosta de teatro. Acho até que não disse isso. Mas tudo bem. Aceite, por favor, minhas desculpas.

Então voltemos a Poly... Vinha minha amiga guiando, tendo saído das cercanias de Madureira, onde morava e se dirigindo a Niterói, onde trabalhava, pela Linha Amarela. Vinha contente da vida, num lindo dia de sol, ouvindo músicas religiosas e agradecendo a Deus por estar viva, por ter a vida tão boa, por ser feliz. Subitamente, uma blitz - Ok, sei que é pleonasmo redundante, mas não "arresisti" - parou o carro dela.

Ela, então, lembrou-se de que estava com todos os documentos, mas que a vistoria do automóvel estava vencida. Parece que aqui no Rio de Janeiro a gente tem de vistoriar o carro todos os anos. Eu não me lembro de haver feito isso em Brasília, só quando tranferi meu carro de Goiânia pra lá. Mas enfim, isso dá guincho e uma dor de cabeça bem grande.

Nesse ínterim, o policial já estava na janela pedindo os documentos e dizendo: ihh, vamos ter de guinchar seu carro. Ele ficou naquela conversinha de cerca lourenço e ela pensando se deveria ou não dar uma propina. De repente, uma crise de consciência e ela simplesmente desandou a chorar. Foi a dica pro policial simplesmente se mandar e liberá-la.

Sei que, desta vez, não teve tanta graça quanto das outras, mas é um caso verídico.



Escrito por Cristovam às 14h52
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No post sobre teatro de duas semanas atrás, uma amiga - dos bons tempos de Beirute - me mandou um comentário dizendo que se lembrou de uma camiseta vendida pelo pessoal do Planeta Diário (pra quem tem mais de trinta, uma publicação mensal da década de oitenta, da qual surgiu a turma do Casseta e Planeta), com a seguinte estampa: "vá ao teatro, mas não me chame".

Ok, tenho ido a muitas peças no Rio. Mas é que eu continuo gostando muito de teatro e, embora tenha visto muita porcaria, tem muita coisa boa rolando pelos palcos nacionais. Especialmente aqui e em Sampa. Aliás, uma amiga que passou uma semana de férias por lá disse que não conseguiu ver nada porque todas as sessões que tentou estavam lotadas. Ou seja, as pessoas vão ao teatro.

Então, amiga, vou ao teatro. Eventualmente, vou te chamar e você pode ficar à vontade para recusar. Por exemplo, se repetir por aí a temporada de "Vau da Sarapalha", que acontecerá por aqui neste mês, não perca. É uma peça excelente. Se Elisa Lucinda aparecer aí de novo, vá também: vale muito. Como eu sempre digo, Elisa Lucinda me libertou! Ela é uma das razões pelas quais continuo publicando este diário.

Este mês tenho programação teatral para muuuuitaaaas idas! Então, haverá muitos posts a respeito do assunto aqui.

 



Escrito por Cristovam às 12h08
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Sem noção ou com noção demais?

O Senador xará apresentou uma proposta legislativa bastante polêmica: a obrigatoriedade dos representantes e dos titulares de cargos do executivo matricularem seus filhos no sistema público de ensino.

o link da matéria publicada no correio é o seguinte:

http://www.dzai.com.br/correioweb2/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=24235

Eu sou fã do xará. Voto sempre nele. Só não sei ainda se concordo ou não com a história toda. A princípio, sem maiores análises, acho que seria uma ótima para a educação pública. Imagina se o filho do prefeito tem de estudar no grupo escolar do município. Bem, acho que nem é esse mais o nome, grupo escolar, mas quem é da minha idade sabe do que eu estou falando. Mas se o guri tiver de ser alfabetizado junto à "patuléia" (com licença, Hélio Gaspari), é claro que o edil dedicará maior atenção à escolinha do filho. Ou não. Contudo, de toda forma, a discussão é totalmente válida.

E meu voto pra Senador nas próximas eleições já é dele de novo.



Escrito por Cristovam às 16h23
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Recentemente, fui ao teatro ver duas produções completamente diferentes. A primeira foi "Irmã Theodora e as desventuras do cavaleiro inexistente", baseada no romance de Ítalo Calvino. A peça foi bem regular. Eu gostei do figurino e das interpretações do Cavaleiro, da Irmã Theodora e do Imperador Carlos Magno. O restante do elenco era somente passável e tinha um, não sei se por haver entrado recentemente no elenco, que era simplesmente péssimo. Destoava dos demais.

Na outra, "O contintente Negro", os atores são ótimos, irretocáveis, mas a peça era ultracontemporânea... Difícil de entender. Aliás, eu não entendi a história. Não sei se os personagens eram variados mesmo, ou se eram os mesmos em tempos diferentes, ou ainda se uns se relacionavam com os outros...

Hoje, nada de teatro... Só casinha, vendo filmes, cuidando de Julia e Teka.

Este é o Rio de Janeiro.



Escrito por Cristovam às 09h54
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Alguém aí já teve uma yorkshire?

Fazia mais de 25 anos desde que convivi com cachorrinhos pela última vez. Tive uma pincher na infância, mas ela morreu quando eu tinha 18.

Não me lembro dela demandar tanta atenção assim.

 



Escrito por Cristovam às 10h07
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Deu no The Guardian.

http://www.guardian.co.uk/world/2009/jul/23/brazil-moustache-protest

A tradução, para os meus amigos que não lêem em inglês:

Ele já foi um símbolo de poder e sofisticação. De Hulk Hogan a Adolf Hitler, Albert Einstein a Edward Elgar, o bigode estava em toda parte. Mas hoje, com os pelos faciais fora de moda, ele adquiriu um novo papel na vida pública – um veículo de protesto.

A prova está no Brasil, onde eleitores criaram a greve do bigode para registrar seu descontentamento com os recentes escândalos políticos. A campanha convoca brasileiros descontentes a deixarem seus bigodes crescerem e então postarem fotografia num blog (tiremobigode.blogspot.com)

Os bigodes são uma referência a José Sarney, o presidente do Senado brasileiro, que está respondendo a acusações de nepotismo e apropriação, e é famoso pelo vistoso conjunto de pelos que lhe adorna lábio superior. Os insatisfeitos dizem que só se pogonotomizarão* novamente quando o senado se livrar do presidente.

 “É uma forma de contagiar pessoas que acreditam ser a política aborrecida e que normalmente não se envolve,” diz Ricardo Silveira, 30, o diretor de arte paulista que criou a campanha. As regras estipulam que homens devem cultivar um bigode genuíno, enquanto mulheres e crianças podem usar postiços. Ontem, cerca de 100 pessoas se juntaram ao protesto, com visitantes sendo convidados a votar no melhor bigode em exposição.

O uso do bigode como ferramenta de campanha está se espalhando sobre o planeta. No último novembro, milhares de homens por todo o mundo cultivaram bigodes como parte de uma campanha para combater o câncer de próstata. Em 2007, trabalhadores de uma pequena cervejaria na Georgea, EUA, também fez um “protesto do bigode”, depois que o governo estadual atrasou no fornecimento da licença.

Contudo, a efetividade do protesto do bigode não é claro. Analistas dizem que Sarney, um dos poderosos apoiadores da coalizão governamental, que foi presidente do país por cinco anos, deve sobreviver. A greve pode ainda se virar contra os próprios manifestantes. A namorada de Viton Araújo, a outra força por trás do protesto, está aparentemente furiosa por causa do bigode do parceiro, e já ameaçou raspá-lo durante o sono. Silveira, no entanto, tornou-se o alvo de gozadores próximos de seu escritório em São Paulo, que começaram a gritar: “Hei, Borat!”.

 

* Enriqueça seu vocabulário: farão a barba.

 



Escrito por Cristovam às 10h09
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Muito sem noção a companhia de lixo daqui do Rio. São 15 pras 11 da noite, e eles mandaram um caminhão com um barulho horrível pra coletar os detritos.

É possível uma coisa dessas? E eu mesmo respondo: não... Um absurdo.



Escrito por Cristovam às 22h48
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quase vinte dias sem atualização... Muita coisa aconteceu, mas a preguiça do registro falou mais alto. Voltando, então à ativa no blog.

Olha só que coincidência: no dia em que comemorei 12 anos de iniciação no Candomblé, o Estado do Rio de Janeiro transformou a minha religião em patrimônio imaterial.

Achei show!!!!!

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/07/17/candomble-patrimonio-imaterial-do-estado-756872936.asp

Leiam a notícia.



Escrito por Cristovam às 12h46
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crônica nota mil do Ruy Castro:

RUY CASTRO

Japonês de Hiroshima

RIO DE JANEIRO - A notícia já é velha de alguns meses, mas não me sai da cabeça. Um japonês, Tsutomu Yamaguchi, estava em Hiroshima a negócios no dia 6 de agosto de 1945 quando um avião americano despejou a bomba atômica sobre a cidade. Morreram 140 mil pessoas. Tsutomu sofreu graves queimaduras, mas sobreviveu e conseguiu voltar no mesmo dia para sua cidade, Nagasaki.
Três dias depois, outro avião americano jogou a bomba sobre Nagasaki, matando mais 70 mil. E, pela segunda vez, Tsutomu, mais morto do que vivo, escapou. Sobreviveu não apenas ao impacto das duas bombas, mas passou a vida incólume aos efeitos da radiação que provocou cânceres fatais em milhares de seus compatriotas. Em março último, aos 93 anos, foi oficialmente reconhecido pelo governo japonês como o único duplo "hibakusha" -sobrevivente da radiação atômica- do país.
Tsutomu poderia ser o inspirador da infame piada sobre o japonês que deu a descarga em Hiroshima no momento em que jogaram a bomba e se sentiu o responsável. Há também a história do índio que fazia sinais de fumaça no alto da montanha quando viu ao longe o cogumelo atômico e exclamou: "Era isso que eu queria dizer!".
Na vida real, a bomba não fazia graça para ninguém. Em 1955, a equipe do filme "Domínio de Bárbaros", rodado no deserto de Utah, expôs-se sem saber à radiação provocada por testes nucleares, realizados meses antes pelo governo americano a 220 km dali. Nos anos seguintes, 91 pessoas da equipe tiveram câncer, como os atores John Wayne, Susan Hayward, Pedro Armendariz e Agnes Moorehead, o produtor Howard Hughes e o diretor Dick Powell.
Nem todos têm a incrível resistência de Tsutomu, não? O único outro sobrevivente profissional que poderia despertar inveja no japonês é o senador José Sarney.

Foi na Folha de São Paulo de Hoje.



Escrito por Cristovam às 10h24
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Pronto! Não falta mais nada!

Aquela praga que toma conta das ruas de todas as cidades, contra a qual é impossível lutar, agora vai ser regulamentada no DF.

Uma tal de Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do Distrito Federal arrumou um decreto para o Arruda assinar, no qual estabelece regras para os flanelinhas.

Mais um imposto para quem tem carro.

O que é isso? A Polícia não é suficiente para vigiar a paz das ruas? Por que eu tenho de pagar para alguém ficar olhando meu carro estacionado? Será que só eu percebo o absurdo dessa história? Fala sério, gente.

Aqui no Rio é ainda pior do que lá em Brasília, mas o futuro que aguarda os motorizados do Planalto Central não é dos mais animadores.

Estou revoltado.

 



Escrito por Cristovam às 11h27
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